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MAIO – MÊS DA FAMÍLIA

  • Foto do escritor: ibbrooklinsp
    ibbrooklinsp
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam." (Salmo 127:1)


Chegamos a mais um maio, Mês da Igreja e da Família. E como é bom olhar para nossa Igreja e ver famílias que caminham juntas há décadas. Aniversários de casamento celebrados com gratidão, mesas reunidas, netos correndo pelos corredores da igreja. É maravilhoso ver grupos de casais que separam tempo na agenda para fortalecer seus votos e pais que decidem aprender a dialogar melhor com os filhos. Isso revela uma verdade simples: família forte não acontece por acaso. Ela é fruto de prioridade e de uso sábio dos recursos que Deus nos dá. Por outro lado, não podemos fechar os olhos para a realidade que nos cerca. O Brasil vive um tempo contraditório. Em 2024, segundo o IBGE, registramos 948,9 mil casamentos, uma leve alta de 0,9%. Os divórcios somaram 428,3 mil, com queda de 2,8% em relação a 2023. Após o pico histórico de separações em 2023, houve uma pequena desaceleração. Ainda assim, o número de uniões segue abaixo do período pré-pandemia. São números frios, mas por trás deles há histórias quentes: lares desfeitos, filhos divididos, sonhos interrompidos. Para nós, que cremos na Palavra e na aliança do casamento como projeto de Deus, esses dados doem. Eles nos confrontam com três erros que não podemos ignorar: Muitos jovens já não priorizam o casamento. Trocam a aliança pelo "ficar", o compromisso pela conveniência. Outros se casam fora da vontade de Deus. Ignoram princípios, aceleram processos, escolhem pelo impulso e não pelo propósito. Muitos casais não lutam o suficiente para manter o casamento. Os recursos estão aí — Palavra, oração, aconselhamento, grupos de apoio — mas ou não são usados ou não são valorizados como merecem. O (Salmo 127:1) é claro: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam". Podemos ter planejamento financeiro e boa comunicação. Tudo isso é importante. Mas sem o Senhor como Arquiteto, a casa não fica de pé quando a tempestade vem. Nossa pregação ganhará mais força quando o testemunho dos nossos lares confirmar a mensagem dos nossos púlpitos. O divórcio precisa ficar longe das nossas igrejas não por legalismo, mas porque casamentos curados, restaurados e fortalecidos glorificam a Deus diante do mundo. Ainda é tempo de melhorar esse quadro. E começa com uma decisão pessoal, como a de Josué: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Josué 24:15). Por isso, neste Mês da Família, o desafio é prático: Priorize sua casa. Agende tempo para seu cônjuge e seus filhos como você agenda trabalho. Use os recursos. Participe dos encontros de casais, busque aconselhamento pastoral, abra sua Bíblia em família. Dependa do Senhor. Entregue seu lar a Ele todos os dias. Só Ele pode edificar o que tempestade nenhuma derruba. Deus conta com cada um de nós. Lares fortes geram Igreja forte. Igreja forte transforma a sociedade.


Que em 2026 nossa igreja levante um Ebenézer pelas famílias restauradas. Que possamos dizer: "Até aqui nos ajudou o Senhor" — na Igreja e em casa. Busquemos o fortalecimento dos lares. Lares fortes, Igreja forte.



Pr. Carlos Jones

Pastor Titular da Igreja Batista do Brooklin

 
 
 

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