AS GRANDES RELIGIÕES DO MUNDO
- ibbrooklinsp
- há 5 dias
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Nos últimos anos, a expressão “Vamos completar a Missão” tem marcado as campanhas da JMM. Ainda assim, muitos crentes não compreendem seu real significado. A Bíblia nos revela que foi Deus quem iniciou a obra de redenção da humanidade; dEle partiu a iniciativa de restaurar a relação quebrada no Éden, redimindo-nos na cruz.
A missão continua. Jesus afirmou que o evangelho seria anunciado a todas “as nações” (Mt 24.14) e convocou seus seguidores para essa tarefa (Mt 28.19). Ele também nos deu o privilégio de antever o fim: todas as nações celebrando a salvação (Ap 7.9). Nessas passagens, a palavra usada por Jesus para “nações” é a palavra grega Ta Ethne — de onde vem Etnia. Então, não se refere a países, mas a grupos de pessoas ligadas entre si por uma origem de raça, cultura, língua, religião etc. São essas as “nações” que devem ser alvo de nossas ações missionárias.
Neste sentido, surgem dois conceitos importantes para a missão: POVOS NÃO-ALCANÇADOS (PNA): povo onde a população de cristãos não chega a 2%.
POVOS NÃO-ENGAJADOS (PNE): povo onde não há nenhuma presença cristã. Estima-se que temos cerca de 7 mil povos a serem alcançados, a fim de que a missão que Jesus nos entregou esteja completa.
Nesse contexto olhamos para as grandes religiões do mundo como um grande desafio. Primeiro, porque 98,01% dos povos não-alcançados estão dentro dos quatro principais blocos religiosos. Dos 7 mil povos que precisam ser alcançados, temos: 3.424 no islamismo, 2.201 entre os hindus, 914 nas religiões étnicas e 507 povos entre os budistas. Segundo, esses blocos religiosos estão geograficamente em países com maior perseguição e restrição de liberdade religiosa. E por último, ainda há pouco investimento por parte das agências enviadoras para missões entre os não-alcançados. A grande maioria continua enviando missionários para onde já há alguma presença cristã e ação missionária.
Missões Mundiais é um diferencial, pois, nos últimos 20 anos, tem dedicado esforços em remanejar sua força missionária para os não-alcançados e menos alcançados. Destaco algumas de nossas ações no sentido de colaborar com o Senhor e colocarmos povos naquela grande multidão descrita em Apocalipse.
1. IDENTIFICANDO OS POVOS – A primeira ação tem sido identificar os povos considerados estratégicos para nós. Levamos em consideração o número da população, a ausência de ações de evangelização e a viabilidade de alcance através de nossa força missionária no campo. Como exemplo, destacamos o povo Fuuta Turro da região do Sahel Africano. Com uma população de mais de 3 milhões, eles estão presentes em cinco países onde já há ações da JMM; porém, nenhuma delas ainda atinge este povo, que tem 0% de presença cristã.
2. ADOÇÃO EM ORAÇÃO – A segunda ação é desenvolver um intenso movimento de oração por esse povo e pelas ações que iremos desenvolver entre eles. Tudo começa com oração, entendendo que o coração de um muçulmano é como o solo duro da beira do caminho, e logo o Diabo vem para roubar a semente (Mt 13.4,19). Precisamos regar o solo com nossas lágrimas e oração, para que a boa semente frutifique.
3. ESTABELECENDO A PAZ – Por último, estabelecemos o elemento de paz – o meio pelo qual vamos adquirir a confiança, credibilidade e liberdade para compartilharmos o evangelho com o povo. Nesse sentido, nossas ações através de projetos de desenvolvimento comunitário têm desempenhado um papel extremamente importante.
4. RESULTADOS JÁ COLHIDOS – Já há resultados entre alguns dos povos estratégicos em diáspora no Oriente Médio. Beduínos do Levante, que eram 0% de alcançados, já contam com vários grupos de famílias batizadas e continuam a ser alcançados. O maior número de convertidos na região está entre os Árabes Sírios que se refugiaram em países vizinhos.
Com o seu apoio e o Senhor nos guiando, seguiremos levando a mensagem da Cruz aos povos. Vamos Completar a Missão!
Jessé Carvalho
Líder de Estratégia Missionária para o Mundo Islâmico


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