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Ministérios da Brooklin

Editorial

QUANDO JESUS COMISSIONA

“E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta, e mandou-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara. Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.” (Lucas 10.1-3)

Muitas vezes queremos seguir a Jesus, mas não estamos querendo fazer as coisas do Seu modo. Queremos fazer do nosso jeito. É comum também pessoas demonstrarem vontade, porém não terem uma disposição tão evidente. É o caso do texto imediatamente anterior. Um homem disse que queria seguir a Jesus, mas colocou obstáculos a sua missão. Jesus declarou que esses não são aptos para o reino dos céus, porque colocam outras atividades na frente da verdadeira comissão, que é sem dúvida o compromisso irrestrito com o nosso Mestre.

Comissão – encarregar, encargo, incumbência, grupos de pessoas, encarregadas de tratar conjuntamente de um assunto. Na Igreja temos comissão de indicação de nomes para a eleição de nova diretoria e ministros, comissão para estudar um caso de disciplina. No meio político temos comissões para apurar escândalos, e assim por diante. Hoje vemos como Jesus comissionou seus discípulos. Será que foi por algum talento? Ou seriam pessoas especiais? Mais inteligentes? Mais cultos? Creio que todos nós somos comissionados.

Designou – Nomeação para um cargo ou função pública oficial. Não é simplesmente mandar. Quando alguém designa outra pessoa para uma função tem o direito de cobrar resultados, principalmente se for uma autoridade.

 

O Senhor - A autoridade suprema sobre os enviados. Sem dúvida a responsabilidade aumenta, quanto maior é a autoridade que designa:
- O chefe de seção
- O diretor de uma empresa
- O prefeito de sua cidade 
- O presidente da república
- Deus


Setenta - O número parece ser um símbolo das nações do mundo, conceito que os judeus baseavam em Gênesis 10 onde há 70 nomes no texto hebraico. Outros associam o número com aqueles dos anciãos nomeados por Moisés. (Num 11.16-17).


Enviou - na frente preparando o terreno. Desse modo são representantes de Jesus e detém a posse de Sua autoridade. Os reis, antigamente, enviavam seus arautos, adiante de si. Hoje, os discípulos de Jesus continuam a ser seus arautos, preparando os corações das pessoas para que recebam a Cristo. O Espírito Santo só falará aos corações, se primeiro nós, de alguma forma, tivermos ido adiante e preparado aqueles corações para sentir, ou se sensibilizar ao toque de Deus. Quando alguém se converte pelo testemunho de um irmão, esse irmão, nada mais fez, do que ser um arauto, um enviado, uma testemunha do Senhor Jesus. Que experiência maravilhosa quando você pode falar a história da cruz para alguém. Quando você sente que suas palavras têm poder, tendo autoridade, porque você sabe que foi enviado, como um representante daquele que você está apresentando a essa pessoa. 
 

Estamos fazendo a obra? Quantos já levaram outras pessoas a Cristo? 
É interessante que Jesus é muito sincero. Ele não deixa ninguém iludido, quanto a sua missão. Fez 3 advertências importantes: 

 

  • O trabalho seria penoso porque eram poucos. “E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara.” (v.2). A missão dos crentes é árdua, por vários motivos, mas Jesus não escondeu as dificuldades. Muito trabalho para poucos obreiros. Daí a necessidade de sermos diligentes no nosso esforço de levar a Palavra para o povo incrédulo.  

  • O local de trabalho seria inóspito. “Cordeiros no meio de lobos” (v.4). O Mundo é o nosso local de trabalho. Sem dúvida não é um local hospitaleiro, mas seremos capacitados para a boa obra. Não podemos nos esquecer de que estamos cumprindo uma ordem superior. Na Bíblia existe cerca de 366 vezes a declaração “não temas”. Isto tem uma razão, e é para fortalecimento dos servos do Senhor. Os missionários cristãos, que estariam passando por perseguições, em décadas posteriores seriam consolados ante o pensamento de que Jesus antecipara os perigos de seu chamamento, tendo preparado seus primeiros seguidores para os mesmos perigos. O conhecimento de Jesus especialmente sobre esses fatos mostraria a seus discípulos que nada sucedia por acaso, e que o sofrimento e a perseguição teriam um propósito em meio ao caos.

  • Muitos não os receberiam. “Mas em qualquer cidade, em que entrardes e vos não receberem...” (v.10). Eles não precisariam sentir-se frustrados, porque o Mestre já havia antecipado que essas coisas aconteceriam. A mensagem de salvação é dura, e requer humilhação. Muitas pessoas não estão dispostas a ouvi-la. Em algumas situações, o cristão é perseguido no seu meio de trabalho, porque se identifica com o seu Mestre. 

As regras da viagem podem ser aplicadas para os nossos dias. Quem é comissionado tem que obedecer ao comando do seu chefe. Os discípulos sabiam disso. 
Não levar nada extra (v.4). A viagem era rápida e urgente. Não poderiam perder tempo com outras coisas. Também a nossa missão é urgente. Muitas pessoas precisam ouvir de Jesus e sua mensagem.
Não saudar ninguém pelo caminho (v.4). A saudação era cerimonial e longa, e a missão era prioritária
Saudação em casa. “Paz esteja nessa casa” (v.5). Aceitar o alojamento. Se o chefe da casa fosse amante da paz, permanecer ali (v 6). Se houver aceitação da mensagem de salvação, devemos insistir. Vale a pena o tempo gasto. Não deveriam sentir constrangimento em comer e beber de graça ali pois “digno é o obreiro de seu sustento” (v.7).
Não andar de casa em casa (v.7). Isto significa não fazer o circuito social e receber hospitalidade por muito tempo, depois de terem completado o seu trabalho. Há urgência na sua missão. Deviam avançar com firmeza.
Comer do que for posto a mesa (v. 8). Aceitar a hospitalidade. Na área além do Jordão, para onde aparentemente iam, havia muitos gentios. O alimento, talvez, nem sempre atendesse o paladar, e satisfizesse o rigor da pureza cerimonial. Os setenta não deveriam ter suas atenções desviadas para meticulosidades exageradas no que dizia respeito aos alimentos.
Deveriam curar e pregar a proximidade do reino de Deus (v 9). Deveriam se ater a sua missão especificamente.
Deveriam alertar para o perigo de não aceitar a mensagem de salvação (v.12). 

Quando o comissionado obedece a vontade de Deus, ele sente alegria pelo seu trabalho. É a alegria de estar no centro da vontade de Deus. (vs.17-18). Os discípulos voltaram jubilosos, com os acontecimentos, apesar das dificuldades. Todos os 70 voltaram com alegria (v.17). O poder de satanás estava caindo com a implantação do reino de Deus. Jesus deu autoridade aos seus discípulos, mesmo com todas as dificuldades. “Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido. Somente com teus olhos contemplarás e verás a recompensa dos ímpios. Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio e do altíssimo a tua habitação.” (Salmos 91.7-8). A alegria é justa, mas há um motivo maior de júbilo - ser cidadão do céu. 
 

Pr. Carlos Jones
Pastor titular da Igreja Batista do Brooklin

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19h30 - MCM (Mulheres)
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19h30 - Culto de Oração e Estudo Bíblico

 

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14h30 - MCM (Mulheres)

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